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Brasil sobe para 39º em ranking de competitividade em TI

Estudo do Economist Intelligence Unit e da Business Software Alliance avalia competitividade dos setores de TI de 66 países segundo. Brasil sobe uma posição puxado pelo bom ambiente de negócios, número de estudantes e empregos em TI e melhoras no ambiente jurídico, mas perde pontos por tributação excessiva e baixa penetração de PCs e banda-larga.

O Estudo BSA/EIU de Competitividade do Setor de Tecnologia da Informação aponta subida de uma posição pelo Brasil em 2011. Em 39º no índice geral, o País fica atrás apenas do Chile (34º) na América Latina, e à frente de México (44º), Argentina (45º), Colômbia (49º) e Peru (55º).

O estudo faz parte de um programa desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit – EIU e pela Business Software Alliance – BSA que avalia as condições de 66 países em seis fatores fundamentais para a competitividade do setor: ambiente de negócios; infraestrutura de TI; capital humano; ambiente de P&D (pesquisa e desenvolvimento); ambiente jurídico; e suporte ao desenvolvimento do setor de TI.

Desde a primeira edição do ranking, em 2007, o Brasil subiu quatro posições e sua nota geral saltou de 31 pontos para 39,5. Em relação à última edição do estudo, 2009 (em 2010 o estudo não foi publicado), sua nota subiu 2,9 pontos. Na comparação com parceiros do BRIC, Índia (34º) e China (38º) estão ligeiramente à frente, e Rússia (46º), sete posições atrás.

“De forma geral, as superpotências de TI já estabelecidas em nível global estão mantendo sua força, mesmo diante da crise econômica, devido a uma base sólida de muitos anos de grandes investimentos em inovação tecnológica. No entanto, novos concorrentes avançam sobre esse domínio, principalmente as economias emergentes”, aponta Caramuru.

Entre os países que mais posições subiram, destacam-se a Índia (10 posições), Malásia, Cingapura, Alemanha, México e Polônia. Já China e Canadá tiveram seu desempenho prejudicado por problemas relativos à proteção da propriedade intelectual; enquanto EUA e Reino Unido, apesar de se manterem no Top 5, estão perdendo vantagem no quesito capital humano, devido a políticas de trabalho e imigração problemáticas. Os primeiros cinco países do índice são EUA, Finlândia, Cingapura, Suécia e Reino Unido.

Contribuindo de forma positiva sobre a avaliação do Brasil estão um setor de negócios inovador e sofisticado; grande número de matrículas e formandos em ciências e engenharia (8ª posição global) junto a grande número de empregos em TI,  750 mil (6ª posição global); aumento no pedido de patentes de TI; melhora no ambiente jurídico, apesar de estar atrás de outros países latinos; e uma boa política de suporte ao setor de TI, mantendo uma neutralidade no apoio, em vez de concentrar recursos em empresas ou tecnologias específicas.

Impactando os resultados do País de forma negativa estão a tributação excessiva; uma penetração ainda baixa de PCs e banda larga, apesar de crescente; qualidade de formação tecnológica e perspectiva de escassez de profissionais para acompanhar a demanda; probabilidade de grandes cortes do governo no orçamento de P&D para a área de ciências, anunciado no começo de 2011; e possível impacto de novas barreiras à importação.

Metodologia

O Economist Intelligence Unit mantém um modelo de benchmarking que classifica os países avaliando os principais atributos de um setor de TI competitivo. Existem seis categorias de indicadores usados no Índice para as quais são definidos pesos no Índice e o peso de cada indicador na categoria. Além de avaliações qualitativas feitas por analistas do EIU e por meio de entrevistas com executivos do mercado, também são considerados dados quantitativos de fontes como UNESCO, Banco Mundial, OCDE, FMI, e fontes nacionais, entre outros.

Acesse o estudo completo em www.bsa.org/globalindex 

Sobre a BSA

A Business Software Alliance ( www.bsa.org ) é a principal defensora da indústria de software em nível global. Trata-se de uma associação de quase 100 companhias mundiais que investem bilhões de dólares anualmente na criação de soluções de software, que movimentam a economia e melhoram a vida moderna. Por meio de relações governamentais internacionais, aplicação das leis de propriedade intelectual e atividades educacionais, a BSA expande os horizontes do mundo digital, promove maior confiança em novas tecnologias e estimula seu desenvolvimento.

Sobre o Economist Intelligence Unit

O Economist Intelligence Unit é o setor de informações sobre negócios do Economist Group, que publica The Economist. Por meio de nossa rede global de mais de 650 analistas, continuamente elaborados avaliações e prognósticos de condições políticas, econômicas e de negócios em 200 países. Como líder mundial na produção de inteligência sobre nações, auxiliamos executivos a tomarem melhores decisões de negócios ao fornecermos análises oportunas, confiáveis e imparciais sobre tendências de mercado e estratégias de negócio.

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