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BSA torna-se membro da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual

Objetivos são estreitar laços da indústria global de software com o Brasil e participar dos fóruns de discussão da entidade, os quais acompanham os projetos de lei relativos à Propriedade Intelectual (PI) em tramitação no STJ e STF e buscam reunir elementos para auxiliar autoridades a atualizar e adaptar a legislação reguladora desse segmento aos novos desafios.

A Business Software Alliance – BSA, associação internacional que representa os principais fabricantes globais de programas para computador, anunciou sua entrada como sócio na ABPI – Associação Brasileira de Propriedade Intelectual, entidade que congrega empresas e pessoas físicas em discussões e atividades que geram subsídios para auxiliar autoridades brasileiras aperfeiçoar a legislação, doutrina e jurisprudência de questões relativas a este ramo do direito.

“Acreditamos que a proteção aos direitos de propriedade intelectual estimula a inovação e o desenvolvimento tecnológico, trazendo inúmeros benefícios à sociedade e à economia. Essa proteção é essencial para que não só grandes empresas multinacionais continuem a investir em pesquisa e criar novas soluções, mas para garantir um ambiente favorável ao surgimento de novos empreendimentos locais neste setor”, defende Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil.

A BSA se agrega a outras empresas brasileiras membros da ABPI, como Itaú, Vale, Natura, Sadia, além de multinacionais como Coca-Cola, Johnson & Johnson e Bosch, reforçando a voz da indústria cuja produção depende da valorização da propriedade intelectual (PI). Há mais de 50 anos a ABPI trabalha junto às autoridades brasileiras visando à modernização da legislação referente à PI, promovendo e participando de seminários e congressos que discutem a evolução das necessidades do setor.

Para o diretor da BSA no Brasil, “é fundamental fortalecer as entidades representativas deste setor em nível local. A BSA desenvolve atividades em mais de 80 países e contribui com o melhoramento de ambientes para impulsionar a indústria de software, e o diálogo com associações e governos locais é importante para criar essas condições”, conclui.

No Brasil, a BSA já é membro da ABES e da Amcham, apoiando atividades de combate à pirataria e atividades educativas para aumentar a conscientização de crianças quanto aos riscos de produtos falsificados e quanto aos valores éticos relacionados aos direitos de propriedade intelectual. Recentemente, a BSA anunciou a entrada da primeira empresa brasileira em seus quadros, a Audaces, uma fabricante de software catarinense que produz e exporta programas inovadores para a indústria têxtil 

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